Nova leitura das ovitrampas aponta 97,96% dos pontos sem ovos em Mandaguari

A Prefeitura de Mandaguari, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou na quinta-feira (13) uma nova leitura das ovitrampas instaladas em diferentes pontos do município. A ferramenta é utilizada para acompanhar a presença e a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Na última leitura, 98 ovitrampas foram monitoradas. Deste total, 96 não apresentaram ovos, enquanto duas registraram presença de ovos: uma com 3 ovos e outra com aproximadamente 17 ovos.

Os resultados indicam que 97,96% das ovitrampas apresentaram 0 ovos, enquanto 2,04% registraram de 1 a 20 ovos. As duas ovitrampas com presença de ovos estão, portanto, classificadas na faixa verde do mapa. Nesta leitura, não foram registrados pontos nas faixas de 21 a 50 ovos, 51 a 100 ovos ou 101 ovos ou mais.

Como funciona o monitoramento

As ovitrampas são dispositivos utilizados pelas equipes de Vigilância em Saúde para identificar a presença de ovos do Aedes aegypti. A quantidade encontrada em cada ponto determina a classificação no mapa:

Azul: 0 ovos;

Verde: de 1 a 20 ovos;

Amarelo: de 21 a 50 ovos;

Laranja: de 51 a 100 ovos;

Vermelho: 101 ovos ou mais;

Roxo: nenhuma informação.

Nesta leitura, 96 ovitrampas foram classificadas na cor azul e duas na cor verde.

O monitoramento periódico permite às equipes acompanhar a situação entomológica do município, identificar áreas que necessitam de maior atenção e direcionar as ações de prevenção e combate ao mosquito.

100 mil recipientes inspecionados em quatro meses

O trabalho com as ovitrampas faz parte de uma atuação permanente das equipes de Vigilância em Saúde. Nos últimos quatro meses, cerca de 100 mil recipientes foram inspecionados em Mandaguari. Durante as vistorias, aproximadamente 80 mil recipientes que continham água parada foram identificados e eliminados, evitando que esses locais se tornassem possíveis criadouros do Aedes aegypti.

A atuação em campo, somada ao monitoramento por ovitrampas e às demais ações de prevenção, contribuiu para a redução da proliferação do mosquito e para a queda expressiva dos casos de dengue no município.

Os resultados reforçam a importância da continuidade das ações de vigilância e controle do mosquito.

Prevenção continua sendo fundamental

Mesmo com o trabalho permanente realizado pelas equipes municipais, a participação da população é essencial para reduzir os criadouros do mosquito.

A orientação é eliminar recipientes que possam acumular água, manter caixas-d’água fechadas e verificar regularmente vasos de plantas, calhas, pneus, ralos e outros locais que possam favorecer a reprodução do Aedes aegypti.

A prevenção começa por cada um. Eliminar a água parada é uma das principais formas de combater o mosquito da dengue.

Fonte: Comunicação Social e Cerimonial