Polícia prende comerciante suspeito de ser mandante de homicídio em Mandaguari
Operação também resultou na prisão em flagrante de um homem suspeito de fornecer a arma utilizada no crime
A Polícia Civil prendeu, na manhã desta sexta-feira (9), um comerciante suspeito de ser o mandante do homicídio de Ronaldo, conhecido como Nardinho, em Mandaguari. A operação também resultou na prisão em flagrante de outro homem, suspeito de fornecer a arma utilizada no crime. Na segunda ação, foram apreendidas armas e drogas.
De acordo com o delegado Zoroastro Nery, o comerciante, conhecido como Du da Espetaria, foi localizado no Jardim Morumbi. Contra ele, havia um mandado de prisão expedido pela Justiça após o avanço das investigações sobre o homicídio.
Segundo o delegado, o homem preso é conhecido na cidade e mantém um estabelecimento comercial na Avenida Amazonas. A Polícia Civil investigava a possível participação dele no caso e aguardou as autorizações judiciais necessárias para realizar as diligências.
O crime teve como executores um homem preso em flagrante e um adolescente apreendido na ocasião, conforme as informações apresentadas pelo delegado. Desde então, a Polícia Civil manteve as investigações para esclarecer a participação de outros envolvidos e identificar quem teria ordenado a execução.
Segunda prisão e apreensão de armas e drogas
A segunda ocorrência foi registrada na Rua Professora Laura Freitag, no Jardim Hawai. No local, outro homem foi preso em flagrante após a apreensão de armas e drogas em sua residência. De acordo com o delegado, ele é suspeito de fornecer a arma utilizada no homicídio de Nardinho.
Em entrevista ao Portal Agora, o delegado explicou que a investigação contou com medidas cautelares autorizadas pela Justiça e parecer favorável do Ministério Público. Segundo ele, a apuração foi baseada principalmente em provas materiais reunidas ao longo dos trabalhos.
A operação contou com apoio da Delegacia de Polícia de Marialva, da Subdivisão Policial de Maringá e do Grupo de Operações Especiais (GOE) de Londrina.
O delegado destacou que as investigações continuam, especialmente após a apreensão de materiais durante o cumprimento dos mandados. Todo o material recolhido será analisado para subsidiar a conclusão dos inquéritos policiais dentro do prazo legal.
Ao comentar o trabalho realizado pela equipe, Zoroastro Nery ressaltou que a Polícia Civil manteve as diligências desde o crime, respeitando os procedimentos legais. “A população cobra e a polícia trabalha, só que nós temos que observar o prazo legal”, afirmou.
